quarta-feira, 13 de maio de 2015

10. Proêmio de um novo ano

Parafraseio
Outros verões
Calado
Na esguelha do tempo
Fecho os portões
Do passado

No púlpito da vida
Impera a batuta
A regência astuta
E doida de Cronos

Morre velho
O antigo ano
Novo há pouco
Apaga-se solto
E renasce noutro


Alexandre Fritzen da Rocha
(Arroio do Sal, 2 de janeiro de 2015)


>> Publicado em 14 de janeiro de 2015.

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