sexta-feira, 29 de maio de 2015

13. Soneto desconstruído às pulgas de um rato

Pulgas de ratos
Invadem meu senso
Corro, afoito, denso
Fuga aos fatos

E no meu sonho
Repugnam, adentram
De soslaio entram
No que proponho

Vermes perenes
Às pulgas emito
Gritos, sirenes!

Verso às rugas, fito
Os ratos, genes
De meu medo, rito...

Alexandre Fritzen da Rocha
(São Leopoldo, 2 de dezembro de 2014)



 >> Publicado em 4 de fevereiro de 2015.

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