soterra minha alma
vira lama
calda
amálgama
de minério
sujo pó
na
garganta
o nó
enjoo
repúdio ao
som
do
algoz-arauto
brota o
espúrio
em
contumélia
discurso
vil
da repulSa
marco
Alexandre
Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 13 de novembro de 2015)
(Porto Alegre, 13 de novembro de 2015)
> Publicado em 25 de novembro de 2015
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