Meio aflito
não poupo
tempo
ele passa
como um raio
que quase
não sinto
todavia eu
vivo
sem pressa
os momentos
simples
altivo
Meio
cansado
aprecio
tudo
o frescor
da brisa
um aroma de
café
o carinho
de um beijo
ou cafuné
Meio
ranzinza
reclamo
dele
de sua
indelicada ligeireza
todavia não
perco
de viver as
coisas
com clareza
Meio lúcido
logo penso
que não
tenho tempo
para pensar
o tempo
todo
que tempo
não tenho
Alexandre
Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 6 de junho de 2015)
(Porto Alegre, 6 de junho de 2015)
> Publicado em 14 de outubro de 2015
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