à imensidão de tudo
mergulho fundo
na estrofe
manifesto
em sôfregos penhascos
precipícios de vida
ou plácidos planaltos
de uma lembrança
vivida, querida
respiro o momento
o constante intento
de verter
no verso
o pulso
meu alento
Alexandre Fritzen da Rocha
(Porto Alegre, 14 de janeiro de 2015)
(Porto Alegre, 14 de janeiro de 2015)
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