quinta-feira, 30 de abril de 2015

06. Grão

Às vezes eu paro
E reparo
No canto silencioso
Que amparo
Minha exclamação
Muda
Falaciosa exegese
Receosa
Incerta
Confusa
Alicerçada pela verdade
Translúcida
Que de tempo em tempo
Muda
No plantio
No grão
Na muda
Busca, espreita
A utópica colheita
Da razão...

Alexandre Fritzen da Rocha
(Portão, 27 de novembro de 2014)



>> Publicado em 3 de dezembro de 2014.

Nenhum comentário:

Postar um comentário